O Século XXI e a globalização permearam alterações nas formas de produção, nos bens e serviços que exigiu uma reestruturação nas relações sociais e de trabalho. Com isso, emergiu um grande movimento de inclusão da pessoa com deficiência na Sociedade, e, conseqüentemente, no mercado de trabalho. Neste movimento surgiram Leis, Convenções e Normas.
No entanto, a mera fixação legal de percentuais não oportunizará a inclusão por si só. As cotas (Lei 8.213) gozam de um amplo respaldo constitucional, a partir do que dispõe o artigo 3º da Constituição Federal que impõe ao Estado a construção de uma sociedade livre, justa e solidária e a erradicação da discriminação e do preconceito, mas não são suficientes, pois o trabalho da pessoa com deficiência deve ser tratado num contexto mais amplo que implique mudança atitudinal de empresários, organizações não governamentais, autoridades públicas e a própria pessoa com deficiência.
É hora de cumprir a determinação legal de maneira eficiente, econômica e que proteja os interesses das empresas e do profissional com deficiência. Vale lembrar que a aceitação destes profissionais no mercado de trabalho envolve além dos aspectos mercadológicos, os aspectos humanos uma vez que o trabalho também cumpre uma função social, e isto sim, lhe garante a participação social e cidadã.
RCEE
Rede Catarinense de
Empragabilidade Especial |
O 1º Congresso Brasileiro do Trabalho da Pessoa com Deficiência - CONDEF/Brasil 2008, tem como tema central "A Inclusão e Permanência no Mundo do Trabalho", e seu objetivo é apresentar subsídios teóricos e práticos sobre a participação da pessoa com deficiência no mercado de trabalho.
Comitê Técnico
• Cleci Albiero
• Daiane de Borba
• Ivana Lourdes Fedatto
• José Itajara Leão de Souza
• José Luiz Fonseca da Silva Filho
• Laureci Pereira Wiggers |
Está previsto um público de 1.000 participantes, constituído por representantes das principais organizações públicas e privadas, instituições de ensino e pesquisa, instituições de formação profissional de pessoas com deficiência, ONG’s, gestores de recursos humanos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais de educação, administradores, empresários, profissionais liberais, consultores, estudantes e todas as demais atividades empresariais e sociais do Brasil interessadas e ou ligadas ao tema. |